Leitieres Leite e Orkestra Rumpilezz são um marco na história da música instrumental brasileira

Criada em Salvador (BA), no ano de 2006, a big band une a ancestralidade dos ritmos afrobaianos com a improvisação do jazz moderno


Foto: Divulgação

Rumpilezz. A junção dos três atabaques do candomblé, rum, rumpi e lé, com as duas últimas letras da palavra jazz. Assim nasce a Orkestra de percussão e sopros criada pelo instrumentista Letieres Leite. Com eles a Bahia vira um pouco Nova Orleans e vice-versa.


"A Rumpilezz é o meu cartão de visita para provar que a música negra brasileira pode ser reconhecida como música estruturada e que tem seus rigores". (Leitieres Leite)

Trocando em miúdos, a Rumpilezz faz parte da música popular instrumental e acrescenta à música ancestral baiana uma roupagem harmônica moderna, com percussão de matriz africana e sob influência do jazz moderno. Tanto as composições como os arranjos de autoria de Letieres Leite são concebidos a partir das claves e desenhos rítmicos do universo percussivo da Bahia — com inspiração em grandes agremiações percussivas de Salvador como o Ilê Aiyê e Olodum - no samba de roda do Recôncavo e no candomblé.



Em 2017, os baianos brilharam no 28º Prêmio da Música Brasileira e foram premiados nas categorias de melhor álbum instrumental, melhor grupo instrumental e melhor arranjador. O álbum que garantiu os troféus foi 'A saga da travessia'. Eles foram os únicos a levar três prêmios.


A Orkestra Rumpilezz já realizou trabalho com importantes nomes da música: Gilberto Gil, Lenine, Joshua Redman, Arturo O'farrill, Steve Bernstein, Max de Castro, Toninho Horta, Mariana Aydar, Carlinhos Brown, entre outros


Para saber mais e conhecer a história desse grupo importante e representativo no universo musical brasileiro no mundo, confira a participação da big band no programa Cena Instrumental, da TV Brasil:



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