Eventos híbridos? Os próximos passos do entretenimento ao vivo pós-pandemia

Depois de 7 meses de pandemia no Brasil, aos poucos conseguimos enxergar o caminho que os eventos devem seguir e qual é a posição da Jazz Mansion nessa retomada

Registro da versão híbrida do Art & Jazz, realizada pela Jazz Mansion no último dia 20 de setembro

Lembro da primeira vez que ouvi a palavra ‘híbrido’. Foi na escola, na aula de biologia. Depois, ouvi para designar veículos que usam duas fontes de propulsão, como gasolina e energia elétrica.


Mas recentemente o termo vem sendo utilizado para representar o futuro do entretenimento, com os chamados ‘eventos híbridos’, que unem experiência presencial e online.


A artista Ziza ministrou a oficina de pintura do Art & Jazz, para turma presencial e virtual

Com projeções ainda incertas de como serão realizados os eventos daqui pra frente, uma coisa é certa: as pessoas estão se divertindo, algumas com responsabilidade, outras não.


Durante todo esse período (e lá se vão mais de 6 meses) vi inúmeras tentativas de substituir a experiência presencial porém, nenhuma conseguiu, simplesmente porque é impossível.


É necessário pensar de forma diferente os dois ambientes. Um festival virtual nunca será igual a um festival presencial, mas isso não significa que é pior. Um evento híbrido não é simplesmente transmitir ao vivo o que está sendo feito presencialmente, mas sim tornar a experiência virtual tão legal quanto a que está acontecendo presencialmente.


Parte da turma que participou de maneira virtual do evento

O que deve mudar principalmente no presencial, é a quantidade de público. Uma aglomeração em frente à um palco ainda gera desconforto e não há nenhuma previsão pra isso acontecer (desconsiderando o que rola clandestinamente). Uma experiência online não substitui a offline, mas complementa, e é nesse complemento que se abre um oceano de possibilidades.


Portanto, enquanto aos poucos as pessoas voltam a se encontrar, abraçar, beijar em espaços públicos ou na casa uns dos outros, a digitalização forçada à qual fomos submetidos nesses últimos meses vem para integrar os eventos que irão retomar em breve.


Seguindo esse raciocínio, depois de 15 eventos virtuais que realizamos nesse período de isolamento, fizemos um teste com um público de 8 pessoas na última edição do Art & Jazz, criando um formato onde havia público participando virtualmente e presencialmente da mesma experiência.


Ocupamos o Hotel Selina, na Vila Madalena e, com um espaço bem arejado e respeitando o distanciamento social, montamos toda a estrutura para a transmissão do nosso festival híbrido. Montamos 4 spots com capacidade para 2 pessoas, para recebermos alguns clientes que estão conosco desde as primeiras experiências para experimentarem o formato.


Spot do cliente para participação presencial

O resultado foi deslumbrante. Diferentes maneiras de se divertir, com pessoas no nosso espaço e outras pelo Brasil todo, algumas sozinhas em casa, outras acompanhadas, além de grupos que se reuniram em outro lugar.


Eventos híbridos dão mais liberdade para o público, com mais opções para escolher como é que você quer se divertir.


Em breve a Jazz Mansion está de volta e, depois de muitos meses, já é possível enxergar um caminho, e ele é lindo.


Para contratar as experiências para seu grupo ou empresa, contate nosso executivo comercial Thiago Brollacci via WhatsApp aqui

Veja mais imagens do nosso primeiro evento híbrido:



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